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sexta-feira, 16 de março de 2018

Delegado tem prisão negada, mas é indiciado junto com mais duas pessoas no RS


Tarde desta sexta-feira (16), no inquérito que apura a atuação dos policiais no caso das duas crianças encontradas esquartejadas em Novo Hamburgo, na Região Metropolitana de Porto Alegre, no ano passado. As informações foram confirmadas em coletiva realizada no Palácio da Polícia.

Falsidade ideológica e outros quatro por corrupção de testemunhas. A Corregedoria chegou a pedir a prisão do delegado, o que foi negado pelo Judiciário.

Delegado Fermino continuava a frequentar a delegacia de polícia. Uma equipe de investigação fez um trabalho de campana e identificou a presença dele na delegacia de polícia. Pelo contexto do afastamento, ele não deveria ficar próximo a órgãos policiais, para que não consiguisse interferir na investigação que estava sendo feita. Com base nisso, fizemos o encaminhamento do pedido de prisão", explica o o delegado Antonio Lapis, da Delegacia de Feitos Especiais da Corregedoria.

Prisão preventiva decretada por suspeita de realizarem um ritual satânico, no qual as crianças teriam sido mortas mediante pagamento, e a polícia descobriu que a história havia sido inventada, baseada em falsos testemunhos. Com isso, todos foram soltos e um suspeito de coagir as testemunhas a mentir foi preso.

Por falsidade ideológica. Um informante do delegado, que foi o responsável por coagir as pessoas a mentirem e está preso desde fevereiro, também teve quatro indiciamentos por corrupção de testemunhas. Ao todo, os três suspeitos somam 12 indiciamentos.

Foram 26 pessoas ouvidas e muitas questões técnicas levantadas para chegarmos a 12 indiciamentos", afirma Lapis.



FONTE: G1

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